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Quinta Vale D. Maria

Vinho Tinto Douro DOC VVV Valleys. Quinta Vale D. Maria

Quinta Vale D. Maria
Localizada no coração da região demarcada do Douro, no vale do Rio Torto, a Quinta do Vale D. Maria tem uma longa história de mais de 250 anos em mãos familiares. A quinta, comprada em 1996, por Joana e Cristiano van Zeller à família de Joana, tem agora um total de 45 hectares de vinhas (22 hectares de vinhas entre 60 e 90 anos, 18 hectares com 35 anos e 5 hectares com 10 anos), a quinta tem identificadas e plantadas 41 diferentes castas, que cobrem um amplo espectro de variedades tradicionais do Douro - Tinta Amarela, Rufete, Tinta Barroca, Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional, Sousão e muitas outras. A empresa produz uma série de Douro tintos e Portos desde 1996.

Condições:
2014 caracterizou-se por uma média de precipitação acima do comum, particularmente em Janeiro, Fevereiro, Julho e Setembro. Durante o verão ocorreram trovoadas nos meses de Junho e Julho, com a temperatura média em Janeiro acima da média e um Agosto mais fresco do que as médias registadas de outros anos. Durante a primavera e verão houve um cuidado redobrado para evitar o aparecimento de míldio, oídio e podridão, sendo que todas as uvas recebidas apresentaram óptimas condições sanitárias. No início parecia que iriamos ter uma vindima antecipada. No entanto alguma chuva atrasou a apanha, o que diminuiu o álcool provável das uvas. Houve um aumento relativo na produção, sendo que a qualidade se manteve ao nível de todos os grandes anos do Douro.

Origem das uvas:
A nossa família trabalha no Douro há 15 gerações. Ao longo desta longa história, existem três principais vales de onde sempre colhemos as uvas. VVV Valleys Douro Tinto mostra o carácter único dos vales dos rios Pinhão, Torto e Douro, onde encontrámos vinhas que sentimos expressar o Douro que já conhecemos há muitos séculos. São plantações com mais de 35 anos de idade, com várias castas, mostrando as verdadeiras Vinhas Velhas do Douro.

Vinificação e envelhecimento:
Todas as nossas uvas são pisadas em lagares 1 a 3 dias antes da fermentação e vinificadas depois durante 7 a 10 dias a temperaturas de 22° a 27°, parcialmente em lagares ou em cubas de aço inoxidável, com remontagens manuais. Os vinhos são tirados a limpo para barricas de carvalho francês, de 225 litros, provenientes de diversas tanorias (Seguin Moreau, Taransaud, Nadalie, Fraçois Frères e Berthomieu), onde se processa a fermentação maloláctica. Todos os vinhos estagiam depois durante 21 meses em barricas de carvalho francês (100% de barricas de um, dois e três anos), sendo os diferentes lotes obtidos de cada fermentação mantidos completamente separados até à composição do lote final, cerca de um mês antes do engarrafamento.

Engarrafamento:
Julho 2016, 6,600 garrafas de 75cl e 171 Magnums. Em Outubro 2016, 21,400 garrafas de 75cl.

Notas:
Um tinto do Douro com as características das Vinhas Velhas e da diversidade de castas diferentes, onde abundam frutos vermelhos com a grande complexidade de fruta das diferente vinhas selecionadas para este vinho. Os taninos são redondos e aveludados. Com carácter fresco e um persistente e longo final, este vinho está pronto a beber quando lançado estando, no entanto, preparado para um longo tempo de guarda.

Enólogos: Cristiano van Zeller / Joana Pinhão / Francisca van Zeller

Análise:
Álcool: 14,3% vol
Acidez total: 5,1 g/l
Acidez volátil: 0,7 g/l
pH: 3,71
SO2 total: 100 mg/l
Açúcares totais: 0,6 g/l

TUDO O QUE NUNCA PENSOU QUE PRECISARIA.