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junho 30, 2017 2 translation missing: pt-PT.blogs.article.read_time

LICORES COM HISTÓRIA

Este licor é oriundo do Mosteiro Cisterciense de São João de Tarouca, segundo lendas transmitidas de boca em boca, desde tempos em que os tempos já não se recordam.
Consta que o licor CARINUS EST era dos mais valiosos e raros elixires, que os MONGES possuíam, para combater os “males da peste”, e em momentos solenes, para falar mais intimamente com a divindade.
A lenda diz que foi oferecido a D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, o licor Carinus Est, para que El Rei pudesse brindar, a gloriosa vitória, arrancada com sangue suor e lágrimas, aos Mouros na medieval Vila de Trancoso.
O Rei como paga, terá lançado a primeira pedra para a construção do Mosteiro.
Também se diz, que era o licor de predileção de D. Pedro Afonso, Conde de Barcelos, e senhor de Lalim.
No inicio do verão de 1808, as forças de Napoleão comandadas por um dos seus Generais mais sanguinários, Loison, (o maneta), marcavam presença e eram temidos nos concelhos próximos do mosteiro, pelas mortes que causavam, e pelos saques que faziam a tudo que reluzisse.
Com receio que o Mosteiro também fosse saqueado pelo “maneta”, e o licor CARINUS EST, “fosse pró maneta”, os monges terão tirado o licor do mosteiro, através de um túnel que supostamente ligava o Mosteiro a Lalim, escondendo-o nessa Vila, em local secreto.
Após a extinção das ordens religiosas de 1834, o licor CARINUS EST, terá caído nas mãos do povo, continuando num entanto a ser uma bebida muito preciosa e valiosa, mas mais comum.
O licor CARINUS EST, dai em diante, passou a ser usado pelas gentes mais abastadas que em dias de domingo ou de festa, permitiam o melhoramento das refeições, onde abusavam das carnes gordas, salgadas e fumeiros.
Assim o Licor CARINUS EST, era bebido depois destas pesadas refeições não só para ajudar na digestão, mas também para se deleitarem com o gosto, aroma e prazer que o ritual proporcionava.
Nos dias de hoje, o licor CARINUS EST, não “cura a peste”, mas seguramente coloca-nos mais íntimos do divino, quando em deleitosos rituais o tomamos.

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