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Conservas Santa Catarina

Filete de Atum em Azeite Mestre Saúl

"A primeira conserva portuguesa de atum maturado"


Se os filetes de atum Santa Catarina conservam até hoje uma textura macia e um sabor suave e levemente salgado, deve-se ao Mestre Conserveiro Saúl Casimiro, que nasceu em 1918 e trouxe a sua experiência nas artes das conservas para São Jorge, em 1955. Um método simples e artesanal, que passou de geração em geração, e faz chegar à sua mesa o sabor do mar dos Açores numa lata.

Atum capturado nas águas do Atlântico com linha e anzol, através de uma arte de pesca tradicional e centenária conhecida como "salto e vara"*.  Depois faz-se a cozedura em salmoura, segundo a tradição dos antigos conserveiros da ilha de São Jorge. Como resultado, um atum de sabor e textura incomparáveis. 

*método selectivo para uma qualidade superior de pescado e própria preservação da espécie.

Ingredientes: Filtete de atum, Azeite e Sal.

Pioneiros no respeito pelo mar e pelo ambiente. 

A classificação “Dolphin Safe” e “Friend of the sea
Como valorização e reconhecimento ecológico, a pesca do atum nos Açores, conhecida como  “Salto e Vara”, é certificada desde 1998 pela organização não governamental Earth Island Institute como sendo “Dolphin Safe”, devido às suas caraterísticas pouco predadoras, e desde 2001 como “Friend of the sea”, sendo a primeira pesca do atum no mundo a ser galardoada com este tipo de certificação.

Pesca “Salto e Vara”, um modelo sustentável.
Visto ser um método artesanal, a pesca “Salto e Vara” requer toda a experiência dos pescadores da ilha de São Jorge.
Começam por detetar a presença do atum através de binóculos. Aí, aproximam-se, desligam os motores e ligam os chuveiros que, simulando a fuga dos pequenos peixes de que se alimentam os atuns, escondem os pescadores do seu campo de visão.
De seguida, lançam o isco ao mar de modo a atrair o cardume e dar início à atividades piscatória. É um exemplo que permite aos pescadores capturarem apenas o peixe necessário sem pôr em risco outras espécies ou peixes mais pequenos. Ao contrário do que acontece na pesca de arrastão praticada pelas grandes frotas comerciais, as centenárias artes de pesca “Salto e Vara” praticadas pelos atuneiros da Região são considerados amigas do ambiente, por permitirem ao pescador selecionar o peixe e não apresentarem capturas acessórias.